Nos dias 18 e 19 de março de 2014, o Fórum Nacional em Defesa da lei 12.619/2012, organizou uma grande mobilização em Brasilia na câmara dos deputados.
A mobilização foi em resposta a iniciativa dos deputados e de setores do governo federal, quererem colocar em votação os requerimentos de Urgência (Art. 155 do RICD) n. 8339/2013, pelo Deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que: “Requer regime de urgência para a apreciação do Projeto de Lei nº 5.943, de 2013, e o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD) n. 9038/2013, pelo Deputado Celso Maldaner (PMDB-SC), que: “Requer regime de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 5.943, de 2013, que “dispõe sobre o exercício da profissão de motorista. No dia 18 o FNDL iniciou com uma grande Mobilização da Coordenação Executiva e do Conselho Deliberativo do fórum, na câmara dos deputados em Brasilia. Foram realizadas várias reuniões, entre elas com deputado Antônio Ibassay da Bahia, lider do PSDB na câmara, Francisquini líder do Solidariedade na câmara, com o deputado Edinho Bens, PMDB – SC, Wanderley Macris PSDB/SP, Hugo Leal, Ademi Camilo PROS/MG, Paulinho da Força SDD/SP, Domingos Sávio PSDB/MG, Lincol Portela PR/MG, Jô Morais PCdoB/MG, André Vargas PT/PR e Arnaldo Farias de Sá PTB/SP, todos estes foram fundamentais para reivindicar a retirada do debate na reunião dos lideres, sobre a votação dos requerimentos de urgência, inclusive o deputado Ademi Camilo que marcou a audiência com o presidente Henrique Alves para o dia seguinte, 19 de março. No dia 19 de março as 15h30min, a coordenação se reuniu com o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, de onde saiu a importante decisão. O presidente ouviu os deputados Paulinho da FS e Hugo Leal, presentes na audiência e os coordenadores José de Araújo China, Omar José Gomes e Valdir Pestana, que demonstraram ao presidente que da forma que o processo vinha sendo conduzido, só restava aos trabalhadores convocar uma greve nacional, visto que a Casa Civil do governo Dilma, não queriam integrar nos debates os verdadeiros representantes dos trabalhadores e autônomos, inclusive que compunha o Fórum. Após ouvir os coordenadores do FNDL, o presidente decidiu que a discussões em torno de qualquer modificação e ou aprimoramento da lei 12.619, só deverá acontecer através do projeto do deputado Hugo Leal, além disso o presidente colocou os deputados Paulinho FS e Hugo Leal, em contato urgente com o líder do governo na câmara, deputado Arlindo Chinaglía, que se comprometeu a ouvir os dois, com o objetivo de inserir o FNDL nas conversações, pois a coordenação do FNDL é quem tem legitimidade para falar em nome dos trabalhadores empregados e autônomos. Portanto a coordenação executiva do FNDL, irá se reunir no próximo dia 28 de março, para avaliar os próximos passos. Considerando que estas batalhas vencidas parcialmente, por si só não garante a manutenção da lei, a coordenação e o conselho deliberativo do FNDL, mantém a possibilidade de GREVE GERAL NACIONAL DOS TRABALHADORES EM TRANSPORTES RODOVIÁRIOS, para a primeira quinzena de junho de 2014.
Fonte: Fetropar