É a alteração em uma das mais importantes atividades do nosso corpo: transformação dos alimentos em energia e calor para a sua própria manutenção e vitalidade. A glicose é obtida após a digestão de alimentos que contém carboidratos.
O pâncreas produz um hormônio chamado insulina, que é liberado na circulação sanguínea e ajuda na penetração do açúcar em cada célula do corpo, alimento básico para o funcionamento celular. Em uma pessoa sadia a insulina acompanha os altos e baixos das taxas de glicose a qual o organismo está sujeito todos os dias. Quando essa harmonia não existe, o diagnóstico é de diabetes.
Existem dois tipos de diabetes. A pouca ou nenhuma produção de insulina pelo pâncreas caracteriza o diabetes tipo I ou insulino-dependente. Nesses casos é necessário injetar insulina. O diabetes tipo II produz insulina, mas os níveis de açúcar no sangue permanecem altos porque há uma incapacidade das células musculares e adiposas de usar tudo o que foi liberado pelo pâncreas, fazendo com que muito pouco da glicose sanguínea penetre nas células. Os sintomas mais frequentes no diabetes são emagrecimento, sede excessiva, urina em quantidade exagerada, fadiga, indisposição, alterações do apetite.
Fonte: Portal O Carreteiro
23/09/2014